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Portuguese Chamber Soloists no Palácio da Pena

Saiba mais sobre os músicos que apresentam o programa "Os grandes compositores para sopros e piano" no Palácio Nacional da Pena, no dia 14 de outubro de 2022, um concerto no âmbito da Temporada de Música 2022 da Parques de Sintra. 

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Sérgio Pires (clarinete)

Nascido em 1995, Sérgio Fernandes Pires é um dos clarinetistas mais promissores e artisticamente ativos da sua geração. Premiado em vários concursos nacionais e internacionais, como o ‘Terras de La Salette’ (2011), Concorso Internazionale Marco Fiorindo (2012), Czech Clarinet Art (2013), ou o Cluj International Competition” (2017).

Como solista, apresentou-se em palco com a Kammerorchester Basel, a Bremer Philharmoniker, o Musikkollegium Winterthur, a Orchester vom See, a Orchestra Filarmonicii de Stat Transilvania, a Sinfonie Orchester Basel, a Argovia Philarmonic, a Schlesische Kammerorchester, a Mannheimer Kammerorchester e a Arte Frizzante Orchestra, interpretando obras de W. Mozart, J. Stamitz, C. Weber, G. Rossini, K. Penderecki, F. Danzi, G. Ponchielli, e C. Nielsen.

Entre as gravações do seu trabalho incluem-se obras de Schumann para a editora Orpheus Classical (2020) obras de compositores franceses para a editora Clavi (2021). Juntamente com os Swiss Chamber Soloists (Heinz Holliger, Felix Renggli, Jürg Dähler) gravou obras de Carter para a editora “Genuin”, e estreou mundialmente inúmeras obras. Em colaboração com o clarinetista Michael Collins, gravou, ainda, música francesa para a famosa editora sueca BIS. Com o seu grupo “Ensemble Confoederatio” gravou igualmente obras de Poulenc para a editora MDG.

Em 2016 ganhou o lugar de 1º Clarinete Solo na Orquestra Suíça Musikkollegium Winterthur e, desde 2019, encontra-se em “trial” para o lugar de Clarinete Solo na London Symphony Orchestra.

Aos 18 anos, foi aceite em três das Orquestras de Jovens mais importantes do mundo: a Orquestra de Jovens da União Europeia, a Schleswig-Holstein Musik Festival Orchester, e a Gustav Mahler Jugendorchester. Sucederam-se colaborações com Orquestras na Suíça (Sinfonieorchester Basel, Camerata Zürich, Tonhalle Orchester Zürich, Opernhaus Zürich, Kammerorchester Basel), em Portugal (Orquestra Estúdio, Jovem Orquestra Portuguesa), Brasil (Orquestra Neojiba), Austria (Tonkünstler Orchester), entre outras.

É regularmente convidado para alguns dos festivais de música mais importantes do mundo, como o BBC Proms (Inglaterra), o East-Neuk Festival (Escócia), o Isang-Yun Festival e Seoul International Chamber Music Festival (Coreia do Sul), o Festival Bozen (Itália), ou o SchleswigHolstein Musik Festival (Alemanha).

Em música de câmara, apresentou-se ao lado de Krzysztof Chorzelski (Belcea Quartet), Valentin Erben (Alban Berg Quartet), Felix Renggli, Sergio Azzolini, Heinz Holliger, Radovan Vlatkovic, Emmanuel Pahud, entre outros.

Começou os seus estudos com 8 anos e, em 2007, ingressou na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães, onde estudou na classe do Prof. Vitor Matos até 2013. Foi então que ingressou na Hochschule for Musik der Stadt Basel, na classe do Prof. François Benda, onde terminou a Licenciatura e 2 Mestrados (Performance e Solista), ambos com distinção máxima.

Sérgio Pires é Artista Selmer (Clarinetes modelo “Recital”) e Artista Silverstein (Cryo4).

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João Miguel Moreira da Silva (oboé)

João Miguel Moreira da Silva nasceu em 1995, em Lisboa, Portugal. Iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos, tendo tido como mentores, Óscar Viana e Luís Marques em Lisboa, Christian Wetzel em Colónia, na Alemanha, e Jean-Louis Capezzali em Lausanne, na Suíça. Neste momento, encontra-se a concluir o mestrado em performance com Francois Leleux na Hochschule für Musik und Theater München.

João foi galardoado com vários prémios em concursos nacionais e internacionais, destacando-se o 1º prémio no Prémio Jovens Músicos na categoria de oboé nível médio, o 1º prémio no concurso internacional Michal Spisak em Dabrowa Gornicza, na Polónia, e o 1º prémio no concurso internacional ‘Cittá di Chieri’ na Itália.

Como solista, apresentou-se com as seguintes orquestras: Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfonieta de Braga, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Clássica da Madeira, Zabrze Philharmonic Orchestra, Hong Kong Sinfonietta, Juilliard Chamber Orchestra, Sota Ensemble, Münchner Symphoniker, Neues Rheinisches Kammerorchester.

A nível orquestral, foi convidado para colaborar com as seguintes orquestras: Gürzenich Orchester, KölnerKammerorchester, Essen Folkwang Kammerorchester, Gustav Mahler Jugendorchester, European Union Youth Orchestra, Junge Deutsche Philharmonie, Gewandhausorchester Leipzig, Den Norske Opera & Ballet Oslo, Norwegian Chamber Orchestra, BBC Symphony Orchestra, Chamber Orchestra of Europe, Trondheim Symphony and Opera Orchestra, City of Birmingham Symphony Orchestra.

Foi bolseiro da Fundação Inatel, da Universidade Música e Artes Cénicas de Viena, da Escola Superior de Música e Dança de Colónia e do Estado de Colónia, Fundação Hörst und Will Stiftung e Fundação Calouste Gulbenkian.

É atualmente co-solista na Oslo Philharmonic Orchestra e membro dos Portuguese Chamber Soloists.

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Cândida Nunes (fagote)

Nascida em Paredes, Portugal, começou a estudar fagote aos onze anos de idade na Escola Profissional Artística do Vale do Ave com o professor Pedro Silva e, mais tarde, com a professora Lurdes Carneiro.

Licenciou-se na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto, na classe do professor Pedro Silva. Em Zurique, frequentou a Zürcher Hochschule der Künste com o professor Giorgio Mandolesi, tendo concluído o Mestrado em Performance e o Mestrado de Especialização em Orquestra.

Frequentou diversas masterclasses, onde desenvolveu as suas capacidades musicais e técnicas com alguns dos mais conceituados fagotistas e pedagogos, incluindo Günter Pfitzenmaier, Marco Postinghel, Pierre Martens, Marc Trénel, Stefano Canuti, Carlo Colombo, Giorgio Mandolesi, Sergio Azzolini, entre outros.

Teve oportunidade de tocar em diversas orquestras, tais como a Orquestra Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, rchestre de Paris, Fondazione Teatro La Fenice di Venezia, Philharmonia Zürich, Orquestra della Svizzera Italiana, Orquestra XXI, Orquestra Filarmónica Portuguesa, entre outras. Foi praticante na Berner Sinfonieorchester (2018/19) e ocupou o lugar de primeiro fagote solo no Mozarteumorchester Salzburg (2019/21).

Atualmente, ocupa o lugar de segundo fagote na Orquestra Clássica do Sul.

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Flávio Barbosa (trompa)

Flávio Barbosa iniciou os seus estudos musicais com o seu pai. Concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo com Abel Pereira e Bohdan Sebestik, frequentou uma pós-graduação na Escola Superior de Música Reina Sofia com o Radovan Vlatkovic e finalizou o Mestrado em Performance Musical na Zürcher Hochschule der Künste com o mesmo professor.

Foi 1º Trompa da Fundação Orquestra Estúdio (Orquestra da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012).

Colaborou como músico convidado com diversas orquestras, entre as quais: Philharmonia Zürich - Opernhaus Zürich, MusikKollegium Wintrthur, Orquestra Gulbenkian, Hulencourt Soloist Chamber Orchestra, Remix Ensemble.

Foi premiado nos seguintes concursos: 1º prémio no 1º Concurso Nacional de Música ‘Terras de la Sallete’, na Categoria Júnior (2008); 1º prémio no 2º Concurso Nacional de Música ‘Terras de la Sallete’, na Categoria Sénior (2009); 3º prémio no Prémio Jovens Músicos, no Nível Médio (2009); 3º prémio no Prémio Jovens Músicos, no Nível Superior (2011); e 1º Prémio no Concurso de Música de Câmara da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (2011). Aquando da sua participação na Orquestra de Jovens da União Europeia, recebeu, ainda, o prémio “Co-Chairman Ian Stoutzker” relativo à qualidade das suas performances bem como a sua contribuição para o espírito da orquestra.

Atualmente, vive na Suíça, onde realiza atividade regular como freelancer de orquestra e de música de câmara.

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Raúl da Costa (piano)

Pianista premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, Raúl da Costa recebeu, em 2016, o 1º prémio e todos os prémios especiais do concurso internacional ZF-Musikpreis. Desde muito novo é presença recorrente nas salas mais emblemáticas do país, salientando-se, ainda, o sucesso obtido em diversos festivais internacionais de música, entre muitos outros palcos por toda a Europa, Estados Unidos da América e Ásia.

Nasceu na Póvoa de Varzim em 1993, onde iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos de idade com Luís Amaro de Oliveira e Emília Coelho, ingressando, posteriormente, na Academia de Música S. Pio X, em Vila do Conde, onde estudou com Álvaro Teixeira Lopes. Em 2011, iniciou os seus estudos na Hochschule für Musik, Theater und Medien, em Hannover, na classe do reconhecido professor e pedagogo Karl-Heinz Kämmerling e do Prof. Bernd Goetzke, onde chegou a fazer parte do corpo docente. Atualmente, estuda na Hochschule für Musik Hanns Eisler com Kirill Gerstein. Teve, também, oportunidade de trabalhar com Dmitri Bashkirov, Ferenc Rados, Galina Eguiazarova, Tatiana Zelikman, Boris Berezovsky e Maria João Pires.

Foi bolseiro da Yamaha Musical Foundation of Europe, da Yehudi Menuhin Live Music Now Foundation e da Fundação Calouste Gulbenkian. 

Com um vasto repertório, de Bach a Zimmerman, a música de câmara sempre ocupou um lugar importante na sua carreira, nomeadamente, as suas colaborações com Anja Lechner, Daniel Hope, Bruno Monsaingeon ou Matvey Demin. Apesar da sua jovem idade, fez a estreia absoluta de obras de compositores como Luiz Costa, Fernando Lopes-Graça, Eduardo Patriarca e Amílcar Vasques-Dias, e também trabalhou com compositores como Thomas Adès e Valentin Silvestrov. Aos 12 anos de idade fez a sua estreia com orquestra na Casa da Música e, desde então, tem colaborado com maestros como Theodore Kuchar, Antonio Pirolli, Joseph Swensen, Stefan Blunier, Martin Andre, Vladimir Lande, Vitaliy Protasov, Raphaël Oleg, a par de orquestras como a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Filarmónica Janacek, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Orquestra Sinfónica do Estado da Sibéria e a Orquestra Sinfónia de Antalyia.

A sua interpretação do 4º Concerto para Piano de Rachmaninov foi editada em CD com a Orquestra Sinfónica do Porto, sob a direção de Stephan Blunier. As suas gravações ao vivo podem também ser encontradas em diversas rádios, como NDR, SWR e Deutschlandfunk na Alemanha, Radio France e Rádio Antena 2.

Raúl da Costa assumiu, em 2018, o cargo de Diretor Artístico do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim.