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Missão da Escola Portuguesa
de Arte Equestre

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Fundada em 1979 por um núcleo de cavaleiros constituído por alunos de Nuno Oliveira - Guilherme Borba, José de Athaíde, Filipe Figueiredo Graciosa e Francisco Cancella de Abreu –, contando também com o papel decisivo de João Costa Ferreira, então diretor do Serviço Nacional Coudélico, a Escola Portuguesa de Arte Equestre promove o ensino, a prática, a preservação e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa.

 

Intérprete de uma arte secular, segue o modelo do que foi a Picaria Real - a academia equestre da corte portuguesa do século XVIII e princípios do século XIX. A Escola replica o modo de ensino dos cavalos e dos cavaleiros, os trajes, os arreios e os exercícios. Era no Picadeiro Real de Belém, mandado construir em meados do século XVIII, que se faziam as apresentações equestres perante a corte, tanto da Rainha D. Maria I como do seu pai, o rei D. José I, filho de D. João V - o rei português do fausto e do esplendor, que em 1748 fundou a Coudelaria de Alter Real para fornecer a casa real e a sua academia equestre.

 

Desde setembro de 2012, a Escola Portuguesa de Arte Equestre é gerida pela Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A. (PSML). Sediada nos jardins do Palácio Nacional de Queluz, é na Calçada da Ajuda - no Picadeiro Henrique Calado, em Belém - que hoje o público pode assistir às apresentações regulares da Escola.

 

A estrutura da Escola integra um efetivo de cavaleiros composto por Mestre-Picador-Chefe, Picadores, Picadores Ajudantes e Aspirantes.

 

A Escola Portuguesa de Arte Equestre é dirigida desde outubro de 2018 pelo Eng.º Daniel Vaz Silva, e teve como primeiro diretor D. José d’Atahyde, de 1979 a 1981, seguindo-se-lhe no cargo: o Dr. Guilherme Borba, de 1981 a 2000; o Dr. Filipe Figueiredo (Graciosa), de 2000 a 2012; a Dra. Teresa Abrantes, de 2012 a 2016; e o Tenente-Coronel de Cavalaria (na reserva) Paulo Candoso, de 2016 a 2018.